Berço da Umbanda: Prefeitura diz que não poderia proibir demolição de terreiro

 

Religiosos vão pedir ao MP abertura de inquérito civil público. Eles querem explicações de Aparecida Panisset e se reunirão hoje, na porta da prefeitura

Tarde demais para todos os umbandistas. A casa centenária onde ficava o Terreiro do Pai Zélio, berço mundial da religião, foi demolida esta semana e segundo a prefeita Aparecida Panisset, o governo municipal não teria poder para impedir a destruição do imóvel já que se trata de um espaço privado. A área que um dia foi uma chácara arborificada, hoje se trata de  destroços e paredes de tijolos sendo levantadas. A cena chocou religiosos que foram ao local, no bairro de Neves, fazer um abraço simbólico. Uma das principais reclamações do grupo é a falta de informação sobre o antigo templo espírita por parte do governo municipal.

- Isso fazia parte da nossa cultura, tudo começou aqui. A prefeitura deveria ter conhecimento de todos os pontos culturais da cidade – ressaltou o umbandista Marcelo Ravilli. Morador do bairro Covanca, ele prefere não acreditar que a prefeita tenha cometido um ato de intolerância religiosa e sugere alternativas para o terreno – A estrutura da antiga casa estava desgastada, mas de repente com uma restauração poderiam fazer um museu, contando a história da umbanda.

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Fonte: Portal O Terminal

 

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