Caminhada pela fé quer despertar a tolerância nas novas gerações

 

Coordenador de Comunicação do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, Ricardo Rubim descreveu as principais ideias debatidas na coletiva de imprensa momentos antes da quarta edição da Caminhada contra a Intolerância Religiosa, hoje, em Copacabana.

Confira do texto, na íntegra:

“Com centenas de religiosos já na Avenida Atlântica assistindo a diversas apresentações culturais, o interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalawo Ivanir dos Santos, iniciou a coletiva de imprensa por volta das 10h deste domingo, 18, ao lado de vários segmentos, no Colégio Israelita Eliezer Max. O sacerdote do Candomblé declarou que a quarta marcha será dedicada às crianças do Brasil. “É muito importante que as próximas gerações encontrem paz para seguirem as religiões que quiserem, ou de não segui-las. O Criador deu o livre arbítrio a todos e, sendo assim, essa diversidade tem que ser respeitada. Por isso, nós, da CCIR, dedicamos esta caminhada às crianças de todo o País”, disse.

Fundadora da CCIR e sacerdotisa da Umbanda, Fátima Damas pediu o apoio de todos os veículos de comunicação pela divulgação da causa. “É necessário acabar com o ódio. Não somos diferentes por termos fés diferentes. Diante de Deus, somos todos iguais. Não podemos admitir que as pessoas acabem com qualquer templo religioso ou agridam qualquer pessoa por causa de suas crenças. Divulguem esta caminhada e o trabalho da CCIR. O mundo precisa de paz, e as religiões podem ajudar nesta busca”, ressaltou.

Na mesa, representantes de religiões diferentes compartilharam a necessidade de união pelo fim da intolerância religiosa. Muçulmanos, judeus, wiccans, candomblecistas, evangélicos, kardecistas, ciganos, seguidores do Santo Daime, budistas, além de religiosos vindo de outros estados e países, Polícia Civil, maçons e Ministério Público participaram do encontro a fim de esclarecer, mais uma vez, os motivos da formação da CCIR e pedir pela liberdade”

Fonte: Extra online

 

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