Com grande cobertura da mídia, grupos a favor da democracia e dos direitos humanos promoveram atos em São Paulo e no Rio de Janeiro contra Ahmadinejad

 

Diversos grupos participaram neste domingo, na Praça dos Arcos em São Paulo, de uma manifestação contra a vinda de Ahmadinejad para participar da Rio+20
O ato, promovido pela Frente pela liberdade no Irã (FLI), foi marcado pela diversidade, com a presença de representantes da Igreja Católica, da OAB, da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania, da comunidade cigana, do hinduísmo, dos bahá’i, da umbanda e do candomblé, do movimento rapper, de professores universitários, de sobreviventes do Holocausto, de autoridades políticas e de dirigentes de entidades judaicas.

“O Irã é o único país no mundo que enforca homossexuais na rua. Eles apedrejam as mulheres, perseguem os bahá’ís, uma minoria religiosa. Eu, como filho de iranianos e tendo parentes presos no Irã, preciso me manifestar contra Ahmadinejad”, afirmou Flávio Rassekh, coordenador da FLI.
“Ahmadinejad não devia ser convidado para evento nenhum. Estamos aqui para marcar a nossa indignação. Queremos deixar claro que nem todos concordam com a presença de um ditador em fóruns democráticos”, declarou o presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Mario Fleck.

No Rio de Janeiro, outro ato foi promovido, em Ipanema, com o lema “O mundo sem direitos humanos é insustentável”, a manifestação, promovida pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), teve a participação de representantes de movimentos negros, de movimentos de homossexuais, de membros da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas.

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Fonte: WebJudaica

 

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