É preciso dizer não à intolerância religiosa no Brasil (por Amauri Alves e Silas Fiorotti)

Vivemos no Brasil, considerado por muitos um país com liberdade religiosa consolidada em que diferentes grupos religiosos convivem pacificamente. No entanto, as coisas não são bem assim.

A história do Brasil nos mostra que praticantes de religiosidades de origem africana e afro-brasileira foram perseguidos nas visitações ao território brasileiro do Tribunal da Santa Inquisição (séculos XVII e XVIII). Na Constituição do Império, de 1824, o catolicismo é instituído como religião oficial e os templos não-católicos são proibidos, outras religiões ficam restritas aos espaços domésticos ou sem aparência de templo. Somente em 1891, com a Constituição Republicana, são instituídas a separação entre Estado e Igreja e a liberdade de culto. Contudo, tanto no Código Penal de 1890 como no de 1940, são mantidos os delitos de charlatanismo e curandeirismo pelos quais praticantes das religiões afro-brasileiras eram acusados.

Fonte / Espiritualidade Libertária

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