Fiéis participam de caminhada contra intolerância religiosa em Copacabana

“Essas pessoas que fizeram isso comigo, com certeza acham que a religião deles é a certa. Eles dizem que a nossa religião serve ao diabo. Mas eles não sabem que o mesmo Deus que eles cultuam na igreja deles, a gente cultua na nossa também, mesmo que o nome [do Deus] seja diferente”, declarou.

O diretor da Sociedade Beneficente Muçulmana, Sami Isbelle, teme que a ignorância se reverta em violência contra os refugiados da Síria que tem chegado ao Brasil. Segundo ele, muitas pessoas não diferenciam a religião islâmica do radicalismo professado por grupos extremistas.

“O Brasil foi um local que nunca teve esse tipo de sentimento e hoje ele está presente de forma crescente. Não só na internet como também em vias de fato, nas ruas, principalmente contra as mulheres que se vestem com véu islâmico”, disse.

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