Grupo de artistas brasileiros é vítima de tráfico de seres humanos na Turquia

Embaixada foi avisada na sexta-feira
Artistas viveram em regime de escravidão por um mês


O empresário brasileiro Paulo Franco – que atua com shows de músicas e danças afro-brasileiras como a capoeira, maracatu, frevo, samba e cantigas de Umbanda – foi vítima, com todo seu elenco (de cinco pessoas), de uma rede internacional de tráfico de seres humanos.

Há cerca de um mês, um empresário turco os contratou para uma série de apresentações no país, com contrato de U$ 10 mil / mês, com três apresentações diárias. Na chegada a Turquia, além de condições sub-humanas de alojamento e alimentação, os artistas que não conseguiram receber nenhuma parte do pagamento, foram ameaçados de morte. Nem o contrato assinado, nem os vistos de trabalho foram providenciados.

Na sexta-feira (04/06), a embaixada do Brasil no país foi avisada e o advogado da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), Carlos Nicodemos, enviou um pedido de atenção ao Itamaraty. A casa de santo de Paulo Franco é membro da CCIR.

Consulado geral de Istambul: +90 212 310 26 80 (em Istambul*)

Cônsul Geral do Brasil em Istambul: Michael Francis de Maya Monteiro Gepp

Assessora do Cônsul: Zelina Pires de Almeida Nogueira

Celular de plantão que está com a assessora do Cônsul: +90 554 834-5952

Segundo informações da mãe de Paulo – Sheila Franco – ele e sua equipe estão sob a proteção do Governo  e da Jandarma, que é a Policia local. Todos prestaram depoimento e a policia está viabilizando um local para alojá-los.

O agressor, (Önder) tem antecedentes na policia. O empresário, que prometeu pagar, a terça parte do salário tratado, não pagou.

Infelizmente, não temos como contata-lo, pois ainda não se sabe onde eles ficarão, nem tão pouco, qual será o próximo passo.

 

Serviço:

  • Sheila Franco – mãe do empresário brasileiro – 21 7828-6230
  • Carlos Nicodemos – advogado do caso – 21 9635-9388

 

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