Intolerância e discriminação religiosa contra religiões afro-brasileiras: MPF-RJ recorre da decisão de juiz que não considera os cultos africanos como religião

 O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) recorreu da decisão do juiz da 17ª Vara Federal do Rio, Eugênio Rosa de Araújo, que negou o pedido de retirada de vídeos com mensagens de intolerância contra religiões afro-brasileiras. O juiz alegou que tais crenças “não contêm os traços necessários de uma religião”, que seriam um texto base, como o Corão ou a Bíblia, estrutura hierárquica e um Deus a ser venerado.

Na decisão, Araújo coloca que “as manifestações religiosas afro-brasileiras não se constituem em religiões, muito menos os vídeos contidos no Google refletem um sistema de crença – são de mau gosto, mas são manifestações de livre expressão de opinião”.

Fonte/ Gama Livre

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