Líderes da Umbanda e Candomblé temem violência após decisão de juiz federal

A decisão de um juiz federal de negar um pedido para retirada da internet de dezessete vídeos considerados ofensivos à Umbanda e ao Candomblé, por considerar que não podem ser consideradas religiões, causou indignação entre vários líderes religiosos. As afirmações preocupam líderes religiosos, que temem que decisões como esta estimulem práticas de intolerância, discriminação, ódio e também atos de violência.

“Se você recorre à Justiça, que possa ser o árbitro de situações como essas, possa evitar que isso aconteça, para resguardar a Constituição e o magistrado acaba expressando uma opinião parecida com quem prega o ódio é inadmissível “, disse Ivanir dos Santos, da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa.

O caso foi parar na Justiça quando a Associação Nacional de Mídia Afro tentou retirar os vídeos da internet. No documento, do dia 28 de abril, o juiz federal Eugênio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, não concede a liminar e afirma que “as manifestações religiosas afrobrasileiras não se constituem em religiões”. Para o juiz, elas não contêm os traços necessários de uma religião, como um texto base, estrutura hierárquica e um deus a ser venerado.

Fonte / Umbandaeucurto

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