NOTA À IMPRENSA

 

Sobre a volta dos jogadores do Santos Futebol Clube ao Lar Espírita Mensageiros da Luz

O Clube do Santos não poderia prever que o gesto de solidariedade à 34 crianças e adolescentes especiais, assistidos pelo Lar Espírita Mensageiros da Luz, se transformaria num exemplo de diálogo, reconhecimento de erros e fé. A polêmica causada com a recusa dos jogadores evangélicos Robinho, Neymar, Ganso e Brum de entrarem no abrigo para entregar ovos de páscoa, em plena semana santa, alegando que não sabiam que se tratava de um “local espírita”, repercutiu em todo país e fez com que até torcedores do “peixe” torcessem o nariz aos ídolos.

Hoje, doze dias depois do ocorrido – que surpreendentemente foi compreendido pela opinião pública como intolerância religiosa – os jogadores, numa demonstração cristã de fraternidade e arrependimento, levaram suas famílias para visitar o Lar Espírita. Lá, brincaram com as crianças, distribuíram presentes e fizeram doações. Porém, nada se compara ao exemplo deixado por esses jovens: se arrepender dos erros não dói, é saudável e gera uma aura de felicidade. Mais ainda, os atletas demonstraram que é possível conviver com a diferença e aceitar o outro como irmão, independente de suas escolhas ou circunstâncias, é o que a sociedade espera dos que se dizem religiosos.

Como diz o ditado popular “Deus escreve certo por linhas tortas”. Que este episódio sirva de exemplo a todos aqueles que, contrariando o Evangelho e a Democracia, discriminam, perseguem e insultam como se isso pudesse ser chamado de “prática de fé”.


Comissão de Combate à Intolerância Religiosa
Tel: 21.22733974 / 92905933

 

 

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