Religiosos criticam demonização de qualquer crença

 

Interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), o babalaô Ivanir dos Santos diz que casos de intolerância religiosa têm acontecido cada vez mais frequentemente em instituições públicas. E não só apenas as religiões de matriz africana que sofrem com o preconceito.— Há casos de professores que perseguem alunos que não seguem a sua religião. O preconceito é maior contra religiões de matriz africana, ciganos e muçulmanos. Já soube de escolas em que os professores neopentecostais fazem de tudo para evitar a realização da tradicional Festa de São João, por ser um santo católico — diz o sacerdote do candomblé: — O absurdo é que o Estado é laico. E os funcionários públicos devem estar à serviço de toda a população, e não somente daqueles que comungam da sua crença.

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Fonte: EXTRA.

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